incomprehensible
- Filha, saia daí, temos que ir para konoha. Uma voz grave é ouvida.
- Já disse que não tem o direito de me chamar de filha. vira-se a garota com orbes esmeraldas cheios de lágrimas com uma mistura de sentimento de tristeza e ódio misturados.
Levantando-se devagar e deixando ali no túmulo, a única pessoa com quem compartilhou todos os bons momentos de sua vida, depositou uma flor de cerejeira e uma lágrima, a última lágrima que derramaria por qualquer pessoa, foi o que jurou ali perante o túmulo da mãe, jurou para si mesma nunca mais chorar, chorar era fraquesa e se sentir triste seria desnesessário já que não sentiria novamente o que sentiu por ela jamais. Depois de sair do cemitério sem dirigir sequer uma palavra foi para o aeroporto, ao entar no avião, afogou toda sua tristesa tracando-a bem lá no fundo, onde nunca mais iria procurar nada e nem sentir nada.
Em meio a tantos pensamentos, confusos, Sakura adormeceu enquanto dormia se aproximava de uma nova vida, diferente e até melhor que a antiga seria possivél isso? Depois de sofrer tanto era possivél ? Se sim, porque precisou sofrer tanto?
- Sakura-chan, acorde, já chegamos. Fala a mesma voz grave de antes.
- hm.. Pronuncia levantando-se da poltrona do avião. Lá fora já havia uma limousine esperando-os.
- Boa tarde senhor Haruno, senhorita Haruno. Falou o motorista muito simpático
- Boa tarde. Repondeu o senhor Tismono Haruno (inventei agora) .
Sakura apenas ascentiu com a cabeça e entrou no carro.
- O que significa isso Tismono? Pergunta Sakura
- Seria demais você me chamar de Pai?- Responde ele.
- Não posso chamar qualquer um assim, pai é aquele que cuida e ama você não o que está na sua certidão. Respondeu firamente Sakura. - Mas diga-me porque tudo isso? Poderia ter me avisado que era rico, assim desistia de vir logo. Completa chateada.
- Achei melhor fazer uma surpresa, achei também que iria gostar, mas vejo que será difícil agradá-la. Fala o sr. Haruno desapontado.
- Sabe o que realmente me agradaria? Pergunta Sakura enfurecida com o comentário do pai. Que VOCÊ fosse homem o suficiente para ter assumido a mim e a minha mãe e não ter esperado vê-la morta para me procurar, sabe o que você é pra mim "PAPAI"? Um completo desonhecido. Grita a Haruno descontrolada.
- Acalme-se Sakura! Ordena Tismono
- aaaah que se dane, eu não quero morar com você, me deixa aqui, para o carro. Fala Sakura irritada.
- Espere até amanhã e iremos procurar um apartamento para você. Mas saiba que não irei pagar sua faculdade e só te darei o dinheiro do apartamento e o básico para você viver, se quiser fazer faculdade, tera que trabalhar. Fala Tismono já irritado com a atidude agressiva da filha.
- ótimo!
- ótimo!
Depois disso mais nenhuma palavra foi trocada entre os dois, quando chegaram na mansão Haruno, todos receberam Sakura muito bem e a criada levou-a a o quuarto de hóspedes, já que Sakura só ficaria um dia.
- Cara, esse lugar é enorme. Fala Sakura olhando ao redor.
- senhorita Haruno, tem certeza que não quer ficar?- Pergunta a criada.
- Tenho sim, não me acostumo com lugares assim. Responde sakura com um sorriso tentando ser simpática.
- Tudo bem então senhorita. Fala a criada se retirando.
Já era tarde Sakura estava cansada, havia tido um longo dia, foi tomar um banho na banheira de hidromassagem para relaxar um pouco, ficou por um tempo aproximado de 30 minutos sem perceber o tempo passar, pela primeira vez naquele dia tinha esquecido todo e qualquer problema, enxaguou-se e vestiu seu pijama rosa de seda, desceu as escada e foi até a cozinha comer alguma coisa, seria sua primeira refeição do dia, pegou um pacote de biscoito e voltou ao quarto, deitou na cama para comer e sem ao menos perceber dormiu.
No dia seguinte ao acordar lembrou-se da conversa com o pai e foi no banheiro, depiu-se e tomou um banho de chuveiro, nada como uma águinha gelada para acordar era o que sempre dizia a sra. Haruno. Ao lembrar das palavras da mãe Sakura sentiu um pequeno aperto no coração, inundou-lhe um senitmento de tristeza e sentiu uma enorme vontade de chorar, mas não o fez. Ao sair do chuveiro vestiu um short jeans e uma baby look levemente franzida abaixo dos seios na cor lilás. Desceu as escadas e se dirigu até a cozinha se deparou com uma mesa enorme cheia de pães, queijo, frutas, torradas, sucos, cereais e diversas outras coisas, pegou uma torrada e foi falar com Tismono que estava na sala tomando café.
- Bom Dia Sakura. Falou Tismono sem virar-se para ela.
- Bom dia. respondeu baixo .
- Eu estive pensando .. Você poderia ficar e simplismente trabalhar em uma lanchonete se não quiser ficar aqui todo o tempo, aliás ainda ficarei sem pagar sua faculdade pela maneira hóstil que falou comigo ontem. Fala o sr.Haruno enquanto levava a boca a xícara de café.
- Só vejo vantagens para você. Será uma conta a menos para você pagar. Fala Sakura emburrada.
- Tudo bem se não quiser, eu deixo você se virando, tendo que cozinhar, arrumar sua casa e tudo mais que uma dona de casa tem que fazer. Fala Tismono calmamente.
- Af! eu fico. Fala sakura
- ótimo, vou levá-la ao seu quarto.
Fim do 1º cap.
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